DataFolha:
Dilma 47% x 41% Serra
Sensus:
Dilma 46,8% x 42,7% Serra
Ibope:
Dilma 49% x 43% Serra
Vox Populi:
Dilma 48% x 40% Serra
Maior diferença entre os dois: 8% Vox Populi
Menor diferença entre os dois: 4,1% Sensus
Máximo da Dilma: 49% Ibope
Mínimo da Dilma: 46,8% Sensus (diferença de 2,2%, no limite das margens de erro)
Máximo do Serra: 43% Ibope
Mínimo do Serra: 40% Vox Populi (diferença de 3%, acima das margens de erro)
Tá normal?
sábado, 16 de outubro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
última pesquisa Datafolha
Deu Dilma 47%X41% Serra. O resto é bobagem.
No entanto, outros números chamaram minha atenção. Em rejeição, a Folha dá a entender que a Dilma tem um pouco mais de rejeição que o Serra.
Dos que não votam na Dilma, 67% não votariam nela de jeito nenhum (e 33% poderiam votar, creio eu).
Dos que não votam no Serra, 66% não votariam nele de jeito nenhum (e 34% poderiam votar, creio eu)
O que está confuso é que essa porcentagem representa apenas aqueles votos que não foram dados a esses candidatos. São grupos diferentes, de dimensões diferentes.
Uma teoria dos conjuntos rápida explica bem a situação:
Quantos não estão votando no Serra: 100% - 41% (total de votos nele) = 59%
Quantos não estão votando na Dilma: 100% - 47% (total de votos nela) = 53%
Quantos não votariam no Serra de jeito nenhum: 59% x 66% = 39%
Quantos não votariam na Dilma de jeito nenhum: 53% x 67% = 35,5%
Resultado real da rejeição Serra 39% X 35,5% Dilma. Na verdade, o Serra tem mais rejeição, e não o contrário, que a Folha nos dá a entender.
Isso, segundo meus próprios cálculos. Aceito correções.
Donde também posso concluir que o teto da Dilma é de 47% + 53% x 33% = 64,5%.
A Dilma ainda tem muito espaço para crescer. Basta continuar fazendo uma campanha limpa e honesta.
Não custa mostrar a sujeira e a desonestidade da campanha do outro lado também...
Dilma neles!
No entanto, outros números chamaram minha atenção. Em rejeição, a Folha dá a entender que a Dilma tem um pouco mais de rejeição que o Serra.
Dos que não votam na Dilma, 67% não votariam nela de jeito nenhum (e 33% poderiam votar, creio eu).
Dos que não votam no Serra, 66% não votariam nele de jeito nenhum (e 34% poderiam votar, creio eu)
O que está confuso é que essa porcentagem representa apenas aqueles votos que não foram dados a esses candidatos. São grupos diferentes, de dimensões diferentes.
Uma teoria dos conjuntos rápida explica bem a situação:
Quantos não estão votando no Serra: 100% - 41% (total de votos nele) = 59%
Quantos não estão votando na Dilma: 100% - 47% (total de votos nela) = 53%
Quantos não votariam no Serra de jeito nenhum: 59% x 66% = 39%
Quantos não votariam na Dilma de jeito nenhum: 53% x 67% = 35,5%
Resultado real da rejeição Serra 39% X 35,5% Dilma. Na verdade, o Serra tem mais rejeição, e não o contrário, que a Folha nos dá a entender.
Isso, segundo meus próprios cálculos. Aceito correções.
Donde também posso concluir que o teto da Dilma é de 47% + 53% x 33% = 64,5%.
A Dilma ainda tem muito espaço para crescer. Basta continuar fazendo uma campanha limpa e honesta.
Não custa mostrar a sujeira e a desonestidade da campanha do outro lado também...
Dilma neles!
sábado, 9 de outubro de 2010
Mentiras óbvias
Quando uma verdade é óbvia, ela não precisa ser provada para ser aceita.
Meu sangue é vermelho. Isso é óbvio. Não preciso provar.
E quando a mentira é óbvia? É quando não é preciso demonstrar que uma informação é errada para ela ser refutada.
Um objeto cai pra cima. É óbvio que é mentira. Embora seja muito fácil demonstrar a fragilidade dessa premissa, chega a ser ridículo alguém se propor a provar o contrário.
Assim estão aparecendo alguns fatos sobre a Dilma.
Hoje, ela foi comparada ao Collor, porque Collor foi eleito, mesmo sendo desconhecido. Ora, a Dilma ocupa, há mais de cinco anos, talvez um dos cinco cargos de mais destaque na Federação. Mais destaque, inclusive que o governo de São Paulo. Tem sido noticiada aos quatro ventos há muito tempo.
Agora vem uma campanha, querendo empurrar goela abaixo a tese de que ela não é conhecida e, assim, não deveria ser eleita. E, para isso, resolveram compará-la ao Collor. Por que não a comparam, por exemplo, ao Barack Obama? Ou ao tucano eleito em Minas, Antônio Anastasia (que ocupa precisamente o mesmo nicho de administrador alavancado pelo antecessor)?
Ou a campanha do PSDB realmente está de sacanagem ou se apegou à idéia ingênua de que, depois de dar suas "avoadas" um tucano pode cair pra cima...
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Anti-anticampanha
Sei que ando relapso com este espaço. Acho que percebi que não levo muito jeito pra coisa. Não sei se a intenção era transformar o Palpite do Dia em palanque. Porém...
O que justifica meu retorno é que eu não queria ver o bonde passar. A Dilma não foi para o 2º turno com a Marina e a campanha para difamá-la está pesada. Quero fazer a minha parte para desconstruir isso.
Agora há pouco, vi uma campanha "Dilma Não".
Acho nobre quando alguém vota num candidato pelos valores dele. O que acho totalmente desmerecido é quando o candidato vence pela rejeição ao outro - ainda que o outro seja, mesmo, corrupto, incompetente ou pefelista (que costuma ser a junção dos dois primeiros).
O que o terço tucano do eleitorado tem tentado fazer é isso. Não é uma campanha, mas uma anticampanha. E o mais triste é que é uma anticampanha fundamentada na falta de compromisso com a verdade e fomentada pela campanha do PSDB, inclusive em horário eleitoral.
Em nome do bom senso e da valorização da inteligência dos brasileiros, venho propor a anti-anticampanha. Já começaram a pipocar sites que desmentem os boatos sobre a Dilma e o PT. Falta agora divulgar maciçamente, para que se faça uma campanha baseada em argumentos sólidos e para que o eleito mereça a vitória, ainda que seja o PSDB (possibilidade que considero remota).
Aliado a isso, é preciso reconhecer que o PT tem feito, pelo menos desde 2001, campanhas limpas, sem apelar para baixaria, revidando apenas com propostas e resultados as anticampanhas sujas de que tem sido alvo desde 1989 (e tem reiterado essa posição na atual campanha). Isso deveria ter um grande repercussão na sociedade.
Na linha do "Dilma Não", também é preciso haver uma anti-anticampanha. Porque marketing não se faz apenas com ideologia. Não quero inventar essa palavra ou expressão, porque não sou bom com essas coisas. A única coisa que rejeito desde o primeiro momento como resposta é um "Serra Não". Não precisamos de mais essa.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Caiu o último confiável
Com o Data Folha mostrando a Dilma dando um pau no "Zé", inclusive em São Paulo, agora não existem mais institutos de pesquisa confiáveis no Brasil, segundo um terço do eleitorado brasileiro.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Dilma Pop
Encontrei esta imagem na internet, e achei muito bacana.
Não sei quem teve a genial idéia de escrever uma palavra de ordem por cima, mas a imagem foi publicada na revista Época, na fatídica edição que tentava associar um caráter terrorista aos movimentos por que passou.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Marqueteiros de José Serra lêem o Palpite do Dia
Dia 17 de maio, fiz sugestões para a campanha do Serra decolar.
E não é que surtiu efeito? Leiam trechos do jingle do tucano:
Quando Lula da Silva sair
É o Zé que eu quero lá
Com Zé Serra eu sei que anda
É o Zé que eu quero lá
(...)
Zé é bom e eu já conheço
Eu já sei quem ele é
Pro Brasil seguir em frente
Sai o Silva e entra o Zé
(...)
Quando Lula da Silva sair
É o Zé que eu quero lá
Agora é Serra Presidente do Brasil
Sem falar do já muito comentado uso da imagem do Presidente na campanha do PSDB.
Mas a minha pérola, deixo para o final. Vejam a imagem que colocaram num site de relacionamento pró-Serra, já com mais de 6mil integrantes:
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